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quarta-feira, 22 de junho de 2016

Como proteger seu cão do barulho dos fogos

Juntamente com a chegada das festas juninas e de fim de ano , surgem também os famosos fogos de artifício. E para quem tem um cachorro sabe muito bem como é estressante para eles lidar com os barulhos feitos por explosivos. Geralmente os pets costumam ficar agitados e extremamente assustados quando os fogos começam. Pois eles ficam expostos a altos níveis de ruídos.
 E para ajudar a amenizar o sofrimento do seu cachorro, iremos mostrar uma maneira muito simples. Uma técnica chamada Tellington Touch.
 A técnica, desenvolvida por Linda Tellington-Jones, se baseia na informação de que animais que possuem esse tipo de pavor também têm grande sensibilidade nas regiões traseiras, patas e orelhas.
Sendo assim, a técnica consiste em atar o cão com um pano para que a circulação sanguínea das regiões extremas do corpo seja estimulada, e assim, amenizar as tensões localizadas no dorso do animal e diminuir a irritabilidade.

Veja como como proteger o cachorro do barulho dos fogos fazendo o truque do pano:

Como-proteger-o-cachorro-do-barulho-dos-fogos-truque-do-pano (1)

Utilizando uma faixa de um tecido macio e firme, amarre o seu cachorro de forma que a faixa englobe peito e dorso (formando um oito), mas certifique-se que não esteja exatamente sobre a coluna.

 Como-proteger-o-cachorro-do-barulho-dos-fogos-truque-do-pano (1) 

POR QUE FUNCIONA?

O efeito da pressão da faixa sobre o corpo do cachorro influencia no sistema nervoso dele, que recebe a informação sensitiva, envia ao cérebro e o deixa mais calmo, visto que essa pequena pressão ativa seu sistema nervoso autônomo.
Tudo isso faz com que sua psique e tronco entram em harmonia, causando a sensação de segurança e deixando o cão menos agitado. O efeito pode variar em cada cachorro, dependendo do nível de fobia que ele possui.
 Como-proteger-o-cachorro-do-barulho-dos-fogos-truque-do-pano (2) 
De acordo com Helena Truksa, bióloga com foco em psicologia e especializada em comportamento animal na Ethos Animal, a técnica funciona, mas não pode ser considerada como a salvação. Pois o efeito pode variar em cada cachorro, dependendo do nível de fobia que ele possui.
Contudo, ela diz que “os cães sentem-se mais seguros em locais pequenos e apertados, e as faixas e camisetas desenvolvidas com essa finalidade, simulam esta sensação.”
Mas complementa dizendo que “isso não quer dizer que o cachorro vai ficar tranquilo […] apenas vai ter menos medo da situação”, ressalta Truska.

Como adestrar cães??

Como adestrar um cachorro -  infografo

segunda-feira, 13 de junho de 2016

Alojamento para coelhos :Nada de gaiola hein

 Gaiolas, NÃO!








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Coelhos não devem ser criados em gaiolas. As coelheiras foram desenvolvidas para dar a ilusão aos donos de que o coelho é um animal simples e que não necessita de espaço. Isso serve para alavancar a venda desses animais, mas é um ato de maus-tratos.

A coelheira é pequena demais, o animal mal pode se mover. Algumas possuem fundo com grades. A explicação para isso é bonitinha: assim o bichinho não sujará as patas nem terá doenças por entrar em contato com as fezes e urina. Isso, porém, é uma explicação sem fundamento. Primeiro, se o animal pudesse ir e vir livremente pela casa, ele não iria sujar-se. Segundo, as fezes e urina do coelho não irão transmitir doenças para ele. Na realidade, os coelhos são animais que praticam cecotrofia, logo, suas fezes não lhes fazem qualquer mal à saúde. As grades machucam os pés dos animais, o que leva ao surgimento da pododermatite, uma doença onde surgem infecções e ferimentos nas solas dos pés do animal. Imagine passar sua vida toda dentro dum cubículo, pisando em grades... Pois é. O confinamento também prejudaca a musculatura e as pernas do animal: alguns coelhos que viveram por anos em coelheiras mal consegue andar quando são libertados, e muitos apresentam deficiências ósseas nas pernas. Além disso tudo, os animais desenvolvem comportamentos neuróticos: podem arrancar os próprios pêlos, morder suaas patas, etc.

Manter o pet na gaiola e soltá-lo algumas horas ao dia não resolve o problema. Coelhos possuem seu próprio horário. Não cabe ao dono decidir quando ele poderá sair e se exercitar. É um pet que deve ficar livre, 24horas, e cabe ao dono estar ciante disso antes de adquirir o animal. Em últimos casos, é válido mantê-lo em algum cômodo da casa enquanto você não estiver presente, como a cozinha ou um quarto de hóspedes. Assim o pet ficará num local longe de encrencas e poderá exercitar-se ao mesmo tempo.

Sobre a sujeira, não se preocupe, coelhos são muito inteligentes e aprendem a usar um banheirinho com facilidade.

2º - Solto no quintal, NÃO!

Você já deve ter visto pessoas no interior que criam seus coelhos soltos no quintal, ou numa área cercada. Esse tipo de criação é totalmente irresponsável. O animal fica exposto à mudanças de temperatura, de forma que pode facilmente pegar uma pneumonia. Pode acabar comendo todo o tipo de plantas perigosas, pode ser atacado por aves e outros animais, ficará exposto à parasitas que se alojam na terra e terá a expectativa de vida muito curta.

Isso não significa que seja impossível criar o coelho no quintal. É importante porém, fazer para ele um cercado externo bastante confortável e carpichado, nada de improvisos, ou quem pagará o pato será o pet. O cercado externo deverá ser fechado, como uma casa, com uma área aberta, e janelas para os dias de chuva ou frio. É importante que o chão não seja de terra: terra é suja, cria fungos e carrega vários parasitas como pulgas e carrapatos. O cercado externo deve ser bastante comprido, para que o animal posso correr e se exercitar. Também precisa ser bastante próximo à casa do dono, para que ele possa examinar o pet todos os dias. Muitas doenças demoram a expôr sintomas, e algumas causam óbito em poucos dias. O dono precisa estar sempre de olho no animal.





Isso também não significa que o seu coelho que vive dentro de casa não possa passear no quintal. Basta apenas ter certeza de que não existam plantas tóxicas que ele possa comer, e que o dono o acompanhe nos passeios, pois coelhos são mestres em se meterem em encrenca.

3º - Solto em casa, Sim! =3

Assim como um gato ou cão, o coelho deve ficar solto dentro de casa. É preciso escolher um local da casa para colocar o banheiro dele, e manter o banheiro no mesmo lugar: mudá-lo de local pode confundir o coelho.

Caso o dono queira, é pode-se montar um cercado ou condo, para que o coelho use como 'quarto', ou seja, um espaço onde ele entre para comer, usar o banheiro, e dormir. Mas é importante que o coelho possa ir e vir, sair e entrar quando bem entender.

Cercado-quarto:

Cercado 120x60 (meu)

Cercado 60x60 (meu)


Condo





domingo, 12 de junho de 2016

Escolheu um coelhinho de estimação ?

Imagem de bunny, cute, and rabbit


Adotar um coelhinho de estimação pode ser divertido, mas é importante entender que este animal precisa de tempo para ajustar-se à nova casa. É seu dever fazer com que o coelho tenha tudo que precise para que ele se acostume com mais facilidade e realize a transição. As decisões que tomar durante o começo de suas vidas juntas pode definir como será o relacionamento futuro entre vocês!

Pergunta 1: Porque quero um coelho?
Se as suas razões se prendem com o aspecto físico, porque acha que é bonito ter um coelho, porque quer fazer criação e ganhar pilhas de dinheiro, então um coelho NÃO é para si. Razões plausíveis incluem querer um animal de estimação com personalidade forte e/ou juntar-se ao mundo dos criadores que lutam por melhorar a raça (logicamente que o fato de serem animais lindos e que não fazem barulho também se pode incluir, mas não podem ser a única razão). A razão muitas vezes apresentada de “o meu filho quer um e eu quero dar-lhe para lhe incutir sentido de responsabilidade fazendo-o cuidar dele” também não é válida por si só.

Pergunta 2: Quanto tempo tenho disponível para ele?
Se está a passar por uma fase de mudança na sua vida (casamentos, divórcios, novo bebê em casa), se anda a fazer horas extras no trabalho e não tem ninguém em casa que possa tratar do coelho, talvez devesse adiar a decisão até a sua vida estar estável. O fato de levar um novo animal para casa já é desestabilizador o suficiente para ser adicionado a outras situações possivelmente estressantes.

Pergunta 3: Posso abrigar o coelho em casa?
Um coelho precisa correr para se exercitar, precisando para isso de espaço. Quer seja em casa, quer seja na rua (tendo em atenção possíveis plantas tóxicas e temperaturas extremas que podem matar o seu coelho de uma hora pra outra), o seu coelho precisa ter espaço próprio. Tem que decidir se vai criá-lo em uma gaiola, uma cerca ou se o vai deixar andar à vontade pela casa. Além disso tem de ter a certeza que o lugar onde mora permite por lei a existência de animais de estimação (extremamente importante em condomínios). Além disso os coelhos gostam de roer tudo, incluindo fios elétricos, pelo que não podem estar ao seu alcance (senão corre dois riscos: ficar sem o aparelho e ficar sem o coelho).

Pergunta 4: Os meus filhos conseguem assumir a responsabilidade?
Crianças e coelhos podem ser ótimos companheiros, mas para isso precisam de ter o acompanhamento de um adulto e idade suficiente para entender tudo o que envolve cuidar do coelho, desde a maneira de pegar nele ao fato de eles poderem morder e arranhar. Garanta que tem tempo de supervisionar os seus filhos e de os educar, já que as crianças não podem aprender sozinhas.

Pergunta 5: Como é que os meus outros animais se vão dar com o coelho?
Os coelhos podem dar-se bem com diversos animais. Contudo, um animal que considera a casa como sua pode não aceitar que um estranho esteja subitamente a tomar conta da casa. Também existem animais potencialmente perigosos para coelhos, como os porquinhos da índia, que são portadores de doenças fatais para coelhos.

Pergunta 6: Tenho possibilidades econômicas de sustentar um coelho?
Apesar do que possa parecer, um coelho não é um animal de baixo custo de manutenção. Dependendo de muitos fatores, só os custos iniciais podem chegar a centenas de euros (mas pelo menos a 100 chegam com a maior das facilidades), sem contar com consultas veterinárias, vacinações, desparasitações, ração e feno após os primeiros sacos acabarem...

Pergunta 7: Estou disposto a alterar o meu estilo de vida?
Um coelho dá trabalho, e isso implica alterações das suas rotinas diárias e sazonais. Não só existe o fator do trabalho diário como tem de pensar o que fazer com o coelho quando quer viajar. As férias são um grande problema para a maioria dos animais, altura em que a maioria é abandonada. E dado que um coelho pode viver até 10 anos, está-se a comprometer com a possibilidade de ele vir a viver todos esses anos.
E ai você está pronto para isso tudo?

Imagem de animal, bunny, and heart





















sábado, 11 de junho de 2016

Rede social para cães - Hashdog

Para a alegria dos nossos pets – ok, para a nossa mesmo, até porque nunca vi um cachorrinho usar um smartphone, acho que o touch não reconhece a patinha deles, coitados – acaba de ser lançada uma rede social para os au-aus de plantão.
Depois do sucesso da rede Hashcat – uma rede social para seus gatinhos -, a startup de Brasília Verde Source resolveu ampliar seu negócio com uma nova rede, só que dessa vez para um público com um idioma (podemos dizer assim, né?!) um pouco diferente: o Hashdog.
Imagem de dog, puppy, and cute
O aplicativo funciona assim: você posta foto do(s) seu(s) cachorro(s) e pode fazer amizade com outros cãezinhos também, podendo interagir com eles via web. É mais legal se você entrar no personagem, como se fosse mesmo o seu pet digitando. O aplicativo faz uso de games para fazer essa interação dos cachorrinhos para os usuários, e nesse jogo é possível ver fotos dos animais do mundo todo. O aplicativo também oferece um ranking com os melhores cãezinhos do Hashdog e o mais legal: você pode votar em fotos por hashtags ou por categorias, basta selecioná-las (como por exemplo #ração, #preguiça, #LikeABoss, entre muitos outros).
hashdog
Tem a versão em português também do aplicativo
Ivan Viragine, sócio-fundador da Verde Source diz: “O Hashdog já estava em nossos planos futuros, mas com o sucesso e boa aceitação dos amantes de gatos, os próprios usuários já estavam pedindo para criarmos a rede dos cãezinhos, e decidimos lançá-lo agora. O objetivo do app não é gerar nenhum tipo de competitividade, mas sim divertir os apaixonados pelos pets”.
E parece que o aplicativo vai bombar! Segundo um senso do IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística), em 29 milhões de casas no país há pelo menos um cachorro.
O aplicativo já está disponível para Android e IOS. Então corre para ter a sua dose de fofura diária!